Siëlaurtha.
Demorou, mas chegou. xD
Ultimamente, a escola tá hiper-super-mega-pesada, então tô ficando sem tempo pro TLG, mas meus leitores nom tem nada a ver com isso, eu sei. Por isso, aqui está o IX!
- Resuminho do Capítulo*: Dan e Renom saem por um tour na cidade real do deserto, e algo de muito estranho acontece. Leia e descubra! ;D
Capítulo IX ~
Dan juntou suas coisas na mochila novamente, e a colocou nas costas. Ren abriu a porta, e fez um sinal para que o garoto passase. Rapidamente, o alquimista trancou a porta, e eles saíram. O céu, que alguns minutos atrás continha um brilhante sol, agora continha nuvens cinzas carregadas. Ren olhou para Daniel.
– Ainda quer ir a templo? Olha só para o céu...
– Isso não importa, Ren. Prefiro isso a aquele sol...
Os dois riram juntos. Eles continuaram pela a rua onde Renom morava, e passando por alguns becos, chegaram a uma grande escadaria. Aquele era o caminho mais rápido ao templo, afinal, o outro era, simplismente, seguir todas as ruas circulares da cidade, até o topo.
A escadaria era uma íngrime subida até o templo do deserto. Dan e Ren subiam sem parar os degraus marrons de pedra, sem fôlego. Minutos depois, ao topo, um caminho longo caminho plano revelou-se. Daniel agachou-se, e pensou, tentando tomar um ar. “Finalmente.” Era algo impressionante a vista dalí. O garoto virou-se, e apreciou a cidade do alto.
– É tão bonito...
Ren juntou-se a ele. – Sim... Eu vinha muito aqui quando era criança – Mas não me lembrava o quão era bonito.
A chuva agora começava a cair. Dan levantou-se, assustado, e perguntou: – É costumeiro chover aqui, no deserto?
– Não é tão comum, mas a chuva, quando ela vem, chove muito forte... – Explicou ele. – E melhor nos apressármos.
O plano caminho, feito das mesmas pedras da escada, levava até a entrada do grande templo imponente. Dan e Renom começaram a correr, antes que a chuva aumentasse. No meio do caminho, o garoto parou. Uma gigantesca ponte completava o caminho ao templo. Abaixo dela, podia se ver toda a cidade. O garoto agora contemplava o lugar, maravilhado e ao mesmo tempo, assustado. “Se alguém cair daqui, com certeza, já era”, pensou ele. Ren chamou o garoto com um sinal. A chuva havia aumentado. Agora, os dois se encontravam na grande porta do templo, que estava aberta, e guardada por dois soldados.
Os dois adentraram no lugar. Dan ficou boquiaberto com toda a decoração, que ia dos tapetes, no chão, até a maravilhosa cúpula alaranjada. Havia muita gente no lugar; Algumas rezavam perto de estátuas feitas de pedra escura e suja de cera, outras meditavam sobre os belos tapetes e algumas mulheres dançavam entre a fumaça colorida dos incensos. Dan e Ren andaram até o exato meio do templo, onde uma bela estátua de algum tipo de deus de oito braços estava, com quatro braços apontando para o céu, enquanto os outros quatro apontavam na direção oposta.
– Dizem que essa estátua foi abençoada pelos próprios Deuses, e até já serviu de oráculo. – Explicou Ren. – E alguns contam que ela serve para proteger a cidade, e alertar algo muito ruim. Ela é chamada de Estrela da Meia-Noite, e contam que ela foi feita em um pedaço de estrela cadente.
– Interessante.
– ... E existem apenas mais outras três cidades supersticiosas como essa, que estão espalhadas pelo Reino nos templos, em torno da Capital. – Continuou o alquimista.
Dan sorriu. – Você dá um bom guia turístico, Ren.
Ele retribuiu com outro sorriso. – Vamos até a câmara do trono?
Tal oferta era um pouco de ser recusada por Dan. Os dois andaram até uma bela porta sobre um grande arco, ao fundo do templo circular. Ren olhou para os lados, em busca de algum guarda. Não havia nenhum. Furtivamente, ele abriu a porta, e fez um sinal para que Dan entrasse, rápido. Então, os dois estavam num lugar bem menor que a sala central do templo, cheia de água numa piscina rasa, com apenas um largo corredor que cortava o lugar, levando até um grande trono feito de pedra negra.
– Esse lugar já foi um palácio, há muito tempo atrás.
Dan olhou para as piscinas com flores alaranjadas, que flutuavam na água, e lembravam lótus. O garoto olhou para a água verde e límpida, e perguntou:
– Mas qual a função da água?
– A água é o diamante do deserto. Os antigos desse lugar a veneravam, e poucos a tinham. Sem contar que era extremamente difícil encontrá-la aqui. – Explicou Ren.
Dan franziu a testa. “De onde eu vim, temos água de sobra... Por enquanto”, pensou ele. Ele seguiu até o trono, e analizou algumas das estranhas inscrições nele. – Por que entramos aqui escondido, Ren? – Perguntou ele, rindo.
– É proibido. – Ele parou. – Talvez seja melhor sairmos daqui, não? Você já viu tudo que devia ver. Vamos.
Eles passaram sobre a mesma porta de onde vieram. Tudo parecia a mesma coisa, exceto pela estranha fumaça dos incensos, que ao invés de seguirem os movimentos das mulheres que dançavam, agora giravam em torno da estranha estátua do centro da sala. Então, a fumaça entro pelos estranhos olhos da figura, e ela começou a se mover. Seus oitos braços agora dançavam, fazendo estranhos movimentos. Todos pararam para observar aquilo; alguns com expressões surpresas, enquanto outros começavam a se desesperar. De repente, os braços pararam, apontando todos para cima. As palmas começaram a brilhar, e segundos depois, uma rajada de luz vermelha foi lançada contra o domo espelhado do templo.
– Isso não é bom... – Disse Ren, franzindo o cenho. – Temos que sair daqui, rápido...
Dan agora estava confuso com toda o alvoroço que a estátua havia formado. Ele apenas sentiu ser puxado pelo braço por Ren, que agora o fazia correr do lugar.
– Temos que fugir! – Gritou Ren.
– Fugir para onde? E por que?
Ren parou, e olhou o turbilhão vermelho lançado ao céu.
– Essa luz... Algo de muito ruim aconteçeu...
P.S.: * O resuminho logo deve sumir das postagens, faz mal para aqueles que têm preguiça de ler... (Graças a um certo Mateus Biscoito...) u_________u
terça-feira, 3 de março de 2009
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